Após o lançamento do clipe “Dance No More”, o nome de Harry Styles voltou ao centro de debates nas redes sociais sendo acusado de queerbaiting — termo usado quando artistas ou produções utilizam estética, símbolos ou ambiguidades ligadas à comunidade LGBTQIA+.
As dicussões começaram com o site britânico Gay Times publicou uma matéria intitulada “Harry Styles, SNL e queerbaiting em uma era de exaustão queer”. No clipe de “Dance No More”, que teve perto de dois milhões de acessos nas primeiras 24 horas, Harry Styles faz movimentos pélvicos, rebola, lambe um microfone e o entrega na mão de um modelo figurante.
Apesar de não falar sobre sua sexualidade de maneira direta, críticos apontam que Harry construiu uma imagem fortemente associada à fluidez de gênero e à cultura queer. Já fãs e apoiadores defendem que o cantor nunca prometeu rótulos ou definições sobre sua vida pessoal e que ninguém deve ser pressionado a revelar sua identidade.
O debate sobre queerbaiting na indústria musical não é novo e frequentemente envolve artistas pop que trabalham com narrativas abertas à interpretação. Em diferentes ocasiões, Harry Styles já comentou sobre liberdade de expressão na moda e sobre não sentir necessidade de rotular sua sexualidade publicamente.
Na divulgação do álbum novo no “Saturday Night Live”, Harry tascou um beijo na boca do comediante Ben Marshall.
“Dance No More” é o terceiro single do “Kiss All The Time. Disco, Occasionally”. O primeiro single foi “Aperture”, que alcançou o topo da parada no Reino Unido e nos Estados Unidos. Já o segundo single, “American Girls” aparece atualmente no Top 15 britânico, no Top 50 norte-americano e no Top 100 global. Mas a gravadora certamente espera mais.



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