O Ministério Público de São Paulo avalia suspender o cachê que Ludmilla fez na Virada Cultural, em São Paulo, que rolou no mês passado. O motivo, é devido ao sinal de “L”, similar ao apoio à candidatura de Lula. A denúncia foi feita pelo vereador Fernando Holiday (Novo). A solicitação segue em análise.
Segundo uma matéria veiculada pelo Jornal Folha de São Paulo a promotora Eloisa Franco vê fortes indícios de violação a princípios como impessoalidade, moralidade administrativa e legalidade. “Conforme se percebe, ao menos em uma análise perfunctória, há diversos elementos que apontam para um desvio de finalidade em tal contrato que deveria ter finalidade cultural”.
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“A forma como se desenrolou o evento revela, outrossim, violação da legalidade, pois o atual contexto das provas sugere que as contratações levadas a efeito dissimulam um aparente showmício, o qual é vedado como modalidade de propaganda eleitoral, principalmente por ter sido promovido o evento com verbas públicas“, continua promotora.
O cachê de Ludmilla foi o terceiro maior da edição desse ano, de R$220 mil. Na frente do valor esteve Gloria Groove, com R$ 250 mil, e Barões da Pisadinha, sendo o maior com R$ 300 mil.
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