Joel Jota vem ampliando sua atuação no mercado de conteúdo e negócios a partir do crescimento do Jota Jota Podcast, projeto criado em 2019 e que hoje reúne audiência, publicidade, relacionamento com marcas e geração de receita. A operação fechou 2025 com faturamento de R$ 30 milhões e projeta encerrar 2026 em R$ 50 milhões.
O avanço acompanha a expansão da audiência. Segundo números divulgados pelo empresário, o podcast soma mais de 3 milhões de ouvintes, quase 80 milhões de streams no Spotify e mais de 200 milhões de visualizações no YouTube. O conteúdo já chega a 102 países e acumula mais de 300 episódios e cerca de 400 convidados.
Nos últimos quatro anos, o projeto também informa ter gerado mais de R$ 100 milhões em receitas por meio de negócios próprios, parceiros e publicidade.
A dimensão alcançada pelo podcast levou Joel a uma ação internacional promovida pelo Spotify em Nova York. O programa foi exibido em um telão na região da Penn Plaza, e o empresário também visitou o escritório da plataforma, gravou conteúdos e participou de conversas sobre formatos, indicadores de desempenho e hábitos de consumo.
A presença nos Estados Unidos ocorre em um momento de crescimento do projeto. De acordo com dados divulgados por Joel, o programa registrou alta de 33% no número de ouvintes mensais em 2026 e está há quatro anos consecutivos na liderança da categoria Negócios do Spotify Brasil.
Mais do que um canal de entrevistas, o podcast passou a ocupar uma posição central na estratégia de Joel. A audiência funciona como ponto de contato com empresários, executivos, marcas e parceiros, enquanto o conteúdo amplia sua presença em temas ligados a empreendedorismo, gestão, carreira, saúde e desenvolvimento pessoal.
Entre os convidados que já passaram pelo programa estão Flávio Augusto, João Adibe, Thiago Nigro, Bernardinho, Augusto Cury, Ana Beatriz Barbosa Silva e Cris Junqueira.
Joel define hoje o podcast como “um ativo de reputação, relacionamento e negócios”. A frase resume a mudança de escala de um projeto que começou com um microfone comprado no Mercado Livre e que, sete anos depois, passa a integrar uma operação com projeção de R$ 50 milhões em faturamento no fechamento de 2026.



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